🔍 Muitos de vocês perguntaram: qual é a diferença entre BEA Bio Boost e BEA Mesocosmo? Aqui está a resposta! 🔍
BEA Bio Boost e BEA Mesocosmo diferem fundamentalmente no tipo de ecossistema em que os organismos que contêm prosperam. Apesar de muitos destes organismos serem de espécies semelhantes e, em alguns casos, até da mesma espécie, apresentam hábitos claramente distintos.
BEA Mesocosmo está orientado principalmente para a fauna planctónica. Estes seres têm uma vida nectónica, movendo-se constantemente na coluna de água. Algumas espécies, como os tigriopus, os harpacticoides e certos copépodes, interagem com o bentos e a zona bentónica superior, mas a sua existência é predominantemente planctónica. 🌊
Pelo contrário, BEA Bio Boost acolhe organismos que habitam sobretudo superfícies sólidas e macias, como os sedimentos lodosos. Estes são organismos intersticiais: as suas larvas e ovos podem passar por uma fase planctónica, servindo assim de alimento a outros animais, mas, quando adultos, permanecem escondidos entre os grãos de areia e os sedimentos. 🌱
Na prática, se BEA Mesocosmo se concentra nos organismos de maiores dimensões, o BEA Bio Boost centra-se nos de menores dimensões e hábitos fossoriais, como a mesofauna, a meiofauna, os protozoários e os meiozoários. 🔍 Obviamente, o consórcio bacteriano associado também é de importância fundamental. 🦠
Do ponto de vista do cultivo, os dois produtos são bastante distintos: BEA Bio Boost baseia-se em pequenas culturas de lamas pouco arejadas, enquanto BEA Mesocosmo privilegia ecossistemas amplos, ricos em água e com poucos sedimentos dispersos, úteis sobretudo para o desenvolvimento dos harpacticoides. 🌿
Em conclusão, embora cada um tenha uma função específica no sistema, BEA Bio Boost pode ser visto como um BEA Mesocosmo visto de uma perspetiva diferente, dando ênfase ao cultivo do microbentos e de organismos de menores dimensões.
A equipa BEA 🐠🌊
